Redes Sociais

Gestão das redes sociais deve apoiar-se em análises quantitativas e qualitativas


Consultoria é importante para orientar as ações a serem adotadas pelas empresas

Por: Irineu Uehara em 18 de Novembro de 2014

A gestão das redes sociais tem de dar conta de uma série de especificidades, ligadas à natureza intrínseca destes canais. Um fator fundamental na hora de se pensar em um projeto de “analytics” para esta área é decidir quais dados deverão ser extraídos, gerando-se, a partir daí, distintos ângulos de análise.

Como destaca Rodrigo Marcondes, diretor sênior de desenvolvimento de vendas CRM da Oracle para América Latina, o aspecto quantitativo é importante sobretudo quando se pensa em análise da concorrência, “market share” e mesmo análise interna entre produtos e/ou serviços. Mas é preciso considerar, concomitantemente, o lado qualitativo.

Nesse sentido, pode-se formular um leque de indagações, tais como: “Quantas mensagens existem a respeito de minha empresa?”; “E sobre meu concorrente?”; “Como está o sentimento nas redes em relação ao meu novo produto?”; “E sobre minha imagem?”; “Qual é o assunto principal quando falam da minha marca?”; “De onde são meus fãs?”; “Onde estou mais fraco?”; “Quem são as pessoas mais influentes que falam sobre mim?”.

Todas as questões, frisa o entrevistado, devem ser respondidas por uma solução que pretenda executar com proficiência o monitoramento das redes sociais. “Estes tipos de perguntas podem, inclusive, ajudar na hora de escolher o provedor”, sugere o especialista.

Além da ferramenta, preconiza Marcondes, é interessante que a empresa usuária receba um apoio consultivo. Assim, uma organização pode ter seu próprio departamento voltado para as mídias sociais, criar uma divisão dentro da área de marketing ou ainda contratar uma agência especializada, pois, após extrair todas as informações das redes, é importante saber quais ações devem ser tomadas baseadas no que se detectou.

“Em se tratando destes canais, todo cuidado é pouco. Todas as iniciativas devem ser muito bem pensadas, porque várias delas podem ter resultados contrários aos desejados”, adverte o diretor sênior da Oracle.

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